A imagem que publico aqui é a de um interessante trabalho feito com papel dobrado e colado (craftpaper) do conhecidíssimo C3PO. A mitologia de Guerra nas Estrelas (Star Wars), com personagens agora cults como esse dourado "robô de protocolo", acompanha nossa geração desde que a série cinematográfica de George Lucas surgiu na telona, em 1977. Posso adivinhar que muitos dos amigos preferem ver neste post a imagem de Darth Vader, o maior vilão do cinema. Ele foi a grande estrela da trilogia original (episódios IV a VI) e, para mim, uma prova da magia do cinema está na performance dramática de um ator com uma máscara dura, com a mesma expressão. Diálogos, closes e sonorização fazem o milagre. Por favor, deixem comentários.
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
Numa galáxia distante...
A imagem que publico aqui é a de um interessante trabalho feito com papel dobrado e colado (craftpaper) do conhecidíssimo C3PO. A mitologia de Guerra nas Estrelas (Star Wars), com personagens agora cults como esse dourado "robô de protocolo", acompanha nossa geração desde que a série cinematográfica de George Lucas surgiu na telona, em 1977. Posso adivinhar que muitos dos amigos preferem ver neste post a imagem de Darth Vader, o maior vilão do cinema. Ele foi a grande estrela da trilogia original (episódios IV a VI) e, para mim, uma prova da magia do cinema está na performance dramática de um ator com uma máscara dura, com a mesma expressão. Diálogos, closes e sonorização fazem o milagre. Por favor, deixem comentários.
domingo, 10 de agosto de 2008
Lição de escola
sábado, 9 de agosto de 2008
Cônego Garcia
Não podemos deixar de citar o Cônego de Ávila Garcia. Padre da Paróquia de Santo Antônio e diretor do Colégio Padre Curvelo. Por coincidência substituiu o Padre Paulo na direção da escola na mesma época da abertura política quando os militares deixaram o poder. Figura folclórica. Tinha a simpatia de toda a criançada. Um diretor liberal e ao mesmo tempo visionário. Um dos principais responsáveis pela instalação da Faculdade de Administração de Curvelo. Envolvia-se em questões importantes assim como também não perdia a oportunidade para soltar papagaios junto com os meninos da rua.
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Olha a puuuuxa!
Como é que chamava aquele senhor mais velho que passava pelas ruas de Curvelo vendendo balas e pirulitos? Se não me engano, para chamar ainda mais a atenção, ele também usava uma daquelas matracas de procissão de Sexta-Feira Santa. "Olha a puxa! Chuuuuuupeta!". Acho que era assim que ele bradava para se fazer notar, não era? A meninada saía então correndo das casas pra calçada com alguns trocadinhos de dinheiro para comprar essas guloseimas sem grande sofisticação. Açúcar caramelizado que não faziam muito bem pros nossos dentes. Na cidade havia ainda os sorvetes Sibéria (alguém tem imagem?), com os carrinhos rodando para todo lado e fabricação próxima da Praça Benedito Valadares. Um amigo me informou que o nome do vendedor era Balsamão.
domingo, 3 de agosto de 2008
Herói da geração
Quem já teve um Falcon? Esse herói de borracha e plástico articulado oferecia mais realismo do que outros bonecos da época, além de apresentar um universo variado de uniformes, armas, veículos, equipamentos especiais etc. Tinha também uma versão olhos de águia, lembra? A Estrela é a indústria responsável pelo lançamento aqui no Brasil desse sonho de consumo dos garotos de nossa geração. Falcon tinha até o seu arquiinimigo, o Torak, com uma garra num dos punhos e um "raio laser" disparado do peito. Lembra? Para incrementar a nossa bricandeira, minha mãe confeccionava roupas e barracas para os bonecos, além dos apetrechos que tinha. Os kits eram muito legais - de pesca submarina a espionagem.
Pilotos da calçada

O carrinho de rolimã era de todos os nossos brinquedos o mais criativo. Além de ter que disputar o primeiro lugar nas corridas do tradicional passeio da esquina entre as ruas Desembargador Barata e Benjamim Constant, em Curvelo, existia também entre nós uma saudável competição para ver quem conseguia construir o veículo de madeira de melhor desempenho.
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Hello, my baby!
Michigan J. Frog. Só depois de muitos anos fomos saber como se chamava aquele personagem verde, um símbolo de nossa infância diante da TV. O desenho animado clássico (1955)da Warner Bros. está presente no imaginário de milhões de pessoas da nossa geração em todo o planeta. A história do sapo cantor que, de tempos em tempos, desperta a cobiça do homem comum é bem conhecida. Ela se tornou um fenômeno, que surpreendeu até o próprio estúdio americano. Não é difícil a gente começar a cantarolar trechos da principal canção do pequeno batráquio de cartola e bengala, quando ele saltava para fora da sua caixa. Os bonequinhos licenciados do singer frog (made in China) são vendidos até hoje. O Michigan já inspirou algumas sátiras em outras produções da televisão e do cinema. "Hello, my baby. Hello, my honey. Hello my ragtime...", diz o refrão da música dos anos 30 na Broadway.
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