quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Milagre da chave
domingo, 2 de agosto de 2009
Totó Futebol Clube
Bons tempos aqueles... Íamos pro clube, o Recreativo no meu caso, para jogar totó. Acho que hoje se fala pebolim, não? Um jogo de futebol de mesa formado por 11 bonequinhos de chumbo de cada lado, fixos em quatro barras manejadas externamente pelos reais jogadores. Podiam ser competidores individuais ou em duplas. Até mulheres participavam. Mas eram partidas duras, verdadeiros rachas de fim de campeonato, a julgar pela força dos chutes e das rebatidas das defesas. O goleiro tinha que ficar bem firme para deixar escapar um humilhante gol. Os disparos dos atacantes e mesmo dos beques e dos volantes eram tão fortes que a bolinha branca e dura chegava a saltar da cancha, nos fazendo virar gandulas do cimento. Se não me engano, a gente comprava as fichas pro totó no balcão da lanchonete do campestre. Elas liberavam uma a uma as seis bolinhas que caíam no reservatório da mesa. Esta era mais uma das diversões sadias que curtíamos em tardes quentes e compridas de sábado no CRC. Alguém se lembra de mais detalhes?
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Prazer em Conhecer
Onde estará a coleção completa de minha casa da enciclopédia “Conhecer”, que a Editora Abril lançou no fim dos anos 1970? Encadernada tinha doze volumes e glossários. Em fascículos, como era o caso lá de casa, eram dezenas. A lembrança de menino que tenho com aquela enciclopédia é de um mundo paralelo, onde viajava pelo tempo e pelo espaço. Não havia lugares ou assuntos ausentes. Nas suas páginas aprendíamos como funcionava uma moenda medieval, como os foguetes entravam em órbita e como um esquilo voador planava. A curiosidade infantil se fartava com aquelas brochuras de tamanho grande e 100% coloridas. Por que um vulcão entra em erupção? O que tem no interior de uma cabine de avião? Quem eram os babilônios? Todas as respostas estavam lá. Em 1967, a Abril Cultural lançou a Conhecer em fascículos que eram colecionados até formar volumes da coleção. Era um tempo em que aprender era divertido e não tinha de concorrer tanto com outras publicações e mídias, sobretudo as digitais. Tínhamos tempo e tranqüilidade naqueles anos curvelanos para sonhar entre livros e revistas. Como era gostoso ampliar nosso horizonte cultural desde cedo, na fase ideal de nossa vida. As ilustrações enormes e detalhistas acompanhadas de textos objetivos e bem escritos eram garantia de conteúdo de qualidade para nossos trabalhos escolares, em papel almaço e cartolina.
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Esquadrão espacial
Sempre me lembro de “Mercenários das Galáxias” (Battle Beyond The Stars), filme de 1980 com muitos defeitos especiais e elenco repleto de canastrões. Assistimos no cinema e nos divertimos muito. Era uma espécie de corrida maluca espacial com personagens de carne e osso. A estória meio carnavalesca é a seguinte: os fazendeiros do pacato planeta Akir estão sendo ameaçados pelo tirano Sador (John Saxon). Shad (Richard Thomas), o ator que ficou eternizado como o John Boy de Os Waltons, viaja pelo espaço tentando contratar mercenários que lutarão pela a liberdade do planeta. Neste esquadrão improvisado está Gelt (Robert Vaughn), em cena com várias falas e ações idênticas ao filme “Sete Homens e um Destino”, George Peppard, que interpreta um velho caubói do espaço (detalhe da gaita), e Saint-Exmin (Sybill Danning), uma sensual guerreira da raça alienígena das Valquírias. Nixon era um dos que sempre lembrada do filme, criando o bordão "seus mercenários das galáxias!"
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Grande Hera!
Uma maravilha de mulher. Uma atriz linda até no nome. O seriado de TV Mulher Maravilha, estrelado por Lynda Carter, é mesmo inesquecível. Produzido nos anos 1970 e exibido na nossa infância dos anos 1980, o programa trazia aventuras da princesa amazona em plena Segunda Guerra Mundial e, depois, no tempo presente. Era divertido ver a heroína correndo com trajes quase de banho, desviando balas (faíscas) nos braceletes, saltando de grandes alturas, levantando carros, contorcendo barras de metal, lançando a tiara como bumerangue, pilotando o avião invisível que trouxe da Ilha Paraíso, trocando de roupa com apenas um rodopio... Enfim, arrancando suspiro dos garotos e inspirando as garotas. Tudo bem, tinha também o coadjuvante major Steve Trevor (Lyle Waggoner), a Garota Maravilha (Debra Winger) e até um robozinho, o Hover, que mais parecia um carrinho guiado por controle remoto. Respondo isso com amarrado ao laço mágico dela, aquele que obrigava o rendido a dizer apenas a verdade.
domingo, 12 de julho de 2009
Máquina de costurar e agregar
domingo, 21 de junho de 2009
Nhaaaac!!
Uma menina comportadinha, que não assusta ninguém à primeira vista. Até que ela se depara com uma fatia de pão com Claybon e... Nhaaac! A mordida típica de desenho animado da loirinha de trancinhas, com um enorme bocão, entrou pra nosso imaginário infantil. A propaganda é clássica. Lembram-se? Dos comerciais televisivos de margarinas dos anos 1970 temos ainda que registrar a carinha desenhada com faquinha na superfície circular do pote de Doriana. O jingle: "A mamãe e o papai, os filhinhos também, todos vão adorar seu sorriso, meu bem". É a versão antiga e cremosa do Smiley, aquela carinha redonda e amarela com sorriso, não é? É o bisavô dos emoticons da internet. O pessoal usava a embalagem para plantar flores e cactos ou guardar alimentos na geladeira.
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