As listas de brinquedos considerados hoje clássicos rolam solto na internet. Não falta nostalgia e imagens capturadas para ilustrar a relação de objetos dignos de culto pela geração dos anos 80. Lembro-me de cara do Pula Pirata e do Cão Xereta. Embora não tivesse esses dois, sabia deles e conhecia a publicidade. Outro é o bonequinho do ET, mais simpático que o personagem de Spielberg. De formas variadas, trunfo de colecionadores mirins, havia as séries de soldadinho de plástico (verdes e cáquis), as caixinhas e os frasquinhos das mini coca-cola e os ioiôs, também da marca de refrigerantes. E o robozinho controlado remotamente Ar-Tur? Inesquecível. Mais clássicos aindas eram o Disney Molde para os aspirantes a escultores e o kit Pequeno Arquiteto, com pecinhas de madeira que viravam prédios, igrejas, cidades inteiras. Coisas bobinhas pelas quais babávamos e nos divertiam muito eram a Mão Biônica e a Garra sei-lá-o quê. Mas a lista é bem maior: Aquaplay, Lego, Playmobil, futebol de botão, Pega Vareta, Genius e cubo mágico. Joguinhos? Palavras cruzadas (com pecinhas de madeira), War, Detetive (gostava da biblioteca inglesa e as pecinhas de plástico) e Ludo. Por fim, a mascote das cozinhas: a Galinha da Maggi. Bons tempos aqueles.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Brinquedoteca clássica
As listas de brinquedos considerados hoje clássicos rolam solto na internet. Não falta nostalgia e imagens capturadas para ilustrar a relação de objetos dignos de culto pela geração dos anos 80. Lembro-me de cara do Pula Pirata e do Cão Xereta. Embora não tivesse esses dois, sabia deles e conhecia a publicidade. Outro é o bonequinho do ET, mais simpático que o personagem de Spielberg. De formas variadas, trunfo de colecionadores mirins, havia as séries de soldadinho de plástico (verdes e cáquis), as caixinhas e os frasquinhos das mini coca-cola e os ioiôs, também da marca de refrigerantes. E o robozinho controlado remotamente Ar-Tur? Inesquecível. Mais clássicos aindas eram o Disney Molde para os aspirantes a escultores e o kit Pequeno Arquiteto, com pecinhas de madeira que viravam prédios, igrejas, cidades inteiras. Coisas bobinhas pelas quais babávamos e nos divertiam muito eram a Mão Biônica e a Garra sei-lá-o quê. Mas a lista é bem maior: Aquaplay, Lego, Playmobil, futebol de botão, Pega Vareta, Genius e cubo mágico. Joguinhos? Palavras cruzadas (com pecinhas de madeira), War, Detetive (gostava da biblioteca inglesa e as pecinhas de plástico) e Ludo. Por fim, a mascote das cozinhas: a Galinha da Maggi. Bons tempos aqueles.
domingo, 9 de agosto de 2009
O logotipo diz tudo
Boi da cara preta
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Mármore de refinaria
Milagre da chave
domingo, 2 de agosto de 2009
Totó Futebol Clube
Bons tempos aqueles... Íamos pro clube, o Recreativo no meu caso, para jogar totó. Acho que hoje se fala pebolim, não? Um jogo de futebol de mesa formado por 11 bonequinhos de chumbo de cada lado, fixos em quatro barras manejadas externamente pelos reais jogadores. Podiam ser competidores individuais ou em duplas. Até mulheres participavam. Mas eram partidas duras, verdadeiros rachas de fim de campeonato, a julgar pela força dos chutes e das rebatidas das defesas. O goleiro tinha que ficar bem firme para deixar escapar um humilhante gol. Os disparos dos atacantes e mesmo dos beques e dos volantes eram tão fortes que a bolinha branca e dura chegava a saltar da cancha, nos fazendo virar gandulas do cimento. Se não me engano, a gente comprava as fichas pro totó no balcão da lanchonete do campestre. Elas liberavam uma a uma as seis bolinhas que caíam no reservatório da mesa. Esta era mais uma das diversões sadias que curtíamos em tardes quentes e compridas de sábado no CRC. Alguém se lembra de mais detalhes?
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Prazer em Conhecer
Onde estará a coleção completa de minha casa da enciclopédia “Conhecer”, que a Editora Abril lançou no fim dos anos 1970? Encadernada tinha doze volumes e glossários. Em fascículos, como era o caso lá de casa, eram dezenas. A lembrança de menino que tenho com aquela enciclopédia é de um mundo paralelo, onde viajava pelo tempo e pelo espaço. Não havia lugares ou assuntos ausentes. Nas suas páginas aprendíamos como funcionava uma moenda medieval, como os foguetes entravam em órbita e como um esquilo voador planava. A curiosidade infantil se fartava com aquelas brochuras de tamanho grande e 100% coloridas. Por que um vulcão entra em erupção? O que tem no interior de uma cabine de avião? Quem eram os babilônios? Todas as respostas estavam lá. Em 1967, a Abril Cultural lançou a Conhecer em fascículos que eram colecionados até formar volumes da coleção. Era um tempo em que aprender era divertido e não tinha de concorrer tanto com outras publicações e mídias, sobretudo as digitais. Tínhamos tempo e tranqüilidade naqueles anos curvelanos para sonhar entre livros e revistas. Como era gostoso ampliar nosso horizonte cultural desde cedo, na fase ideal de nossa vida. As ilustrações enormes e detalhistas acompanhadas de textos objetivos e bem escritos eram garantia de conteúdo de qualidade para nossos trabalhos escolares, em papel almaço e cartolina.
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