Antes de começar o post, um pedido de desculpas por ficar tanto tempo sem atualizá-lo. Não faltam reminiscências para colocar aqui, mas os últimos meses foram especiais. Nos nossos tempos de menino em Curvelo não havia grande diferença entre o que a classe média local consumia e o que os ricos da capital compravam. As prateleiras dos supermercados tinham alguns produtos hours-concours (é assim que escreve?). O biscoitinho (queijinho) da Piraquê, que chamávamos de ovinhos, era um tira-gosto legal. A latinha de sardinhas Coqueiro também não me escapa da memória. Outra é a latinha de cera com o bonequinho vestido de bell-boy. Bons tempos aqueles. A embalagem de OMO é praticamente a mesma. Mas cadê o ODD, detergente? Fósforo Fiat-Lux e palitos Gina OK. Mas e a manteiga Sete, de Sete Lagoas obviamente? Sucos Maguary rendia uma beleza. O Tang mais ainda. Hoje tem muito mais variedade e até qualidade em certos casos, como o dos alimentos com menos colesterol e açúcares. Mas acho que a emoção está sendo perdia. Nos-tal-gia pura. Alguém se lembra de outras coisas boas que as gôndolas dos supermercados (ou mercearias, claro) curvelanas traziam?
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Marcas inesquecíveis
Antes de começar o post, um pedido de desculpas por ficar tanto tempo sem atualizá-lo. Não faltam reminiscências para colocar aqui, mas os últimos meses foram especiais. Nos nossos tempos de menino em Curvelo não havia grande diferença entre o que a classe média local consumia e o que os ricos da capital compravam. As prateleiras dos supermercados tinham alguns produtos hours-concours (é assim que escreve?). O biscoitinho (queijinho) da Piraquê, que chamávamos de ovinhos, era um tira-gosto legal. A latinha de sardinhas Coqueiro também não me escapa da memória. Outra é a latinha de cera com o bonequinho vestido de bell-boy. Bons tempos aqueles. A embalagem de OMO é praticamente a mesma. Mas cadê o ODD, detergente? Fósforo Fiat-Lux e palitos Gina OK. Mas e a manteiga Sete, de Sete Lagoas obviamente? Sucos Maguary rendia uma beleza. O Tang mais ainda. Hoje tem muito mais variedade e até qualidade em certos casos, como o dos alimentos com menos colesterol e açúcares. Mas acho que a emoção está sendo perdia. Nos-tal-gia pura. Alguém se lembra de outras coisas boas que as gôndolas dos supermercados (ou mercearias, claro) curvelanas traziam?
domingo, 23 de agosto de 2009
Jardins da infância
Plantas em forma de bichos, seivas venenosas parecidas com cola escolar, lagartas de verde reluzente, casulos ocultos por folhas, trevos da sorte comestíveis, vasos feitos de raízes, canteiros cercados de pedra, flores convertidas em bailarinas, nomes engraçados, mãos cuidadosas cheias de calos, maquetes de floresta para bonequinhos, verde de todas as tonalidades e idades, segredos de minhoca, picadas doídas, água regada, muita água. O barulho da água da mangueira nas folhas grandes parecia tambores das selvas. Esta pode ser a descrição do país das maravilhas das crianças curvelanas que nasceram e cresceram entre os cultivos de jardins e quintais de suas casas. Decorar o lar era a razão oficial para a existência dos jardins, mas talvez fosse a menos importante. As crendices diziam que as plantas estavam lá por razões medicinais e espirituais. O cultivo de plantas ajudava a curar males do corpo e a espantar maus olhados. Quando lembro dos jardins da infância constato algo de mágico e de forte saudosismo. Percorria alamedas em todas épocas do ano. Sob o sol, todas as cores, com predomínio do verde. E para os meninos, brincadeiras e sonhos de aventuras.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Brinquedoteca clássica
As listas de brinquedos considerados hoje clássicos rolam solto na internet. Não falta nostalgia e imagens capturadas para ilustrar a relação de objetos dignos de culto pela geração dos anos 80. Lembro-me de cara do Pula Pirata e do Cão Xereta. Embora não tivesse esses dois, sabia deles e conhecia a publicidade. Outro é o bonequinho do ET, mais simpático que o personagem de Spielberg. De formas variadas, trunfo de colecionadores mirins, havia as séries de soldadinho de plástico (verdes e cáquis), as caixinhas e os frasquinhos das mini coca-cola e os ioiôs, também da marca de refrigerantes. E o robozinho controlado remotamente Ar-Tur? Inesquecível. Mais clássicos aindas eram o Disney Molde para os aspirantes a escultores e o kit Pequeno Arquiteto, com pecinhas de madeira que viravam prédios, igrejas, cidades inteiras. Coisas bobinhas pelas quais babávamos e nos divertiam muito eram a Mão Biônica e a Garra sei-lá-o quê. Mas a lista é bem maior: Aquaplay, Lego, Playmobil, futebol de botão, Pega Vareta, Genius e cubo mágico. Joguinhos? Palavras cruzadas (com pecinhas de madeira), War, Detetive (gostava da biblioteca inglesa e as pecinhas de plástico) e Ludo. Por fim, a mascote das cozinhas: a Galinha da Maggi. Bons tempos aqueles.
domingo, 9 de agosto de 2009
O logotipo diz tudo
Boi da cara preta
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Mármore de refinaria
Milagre da chave
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